
Em casa dos meus pais, a seguir às histórias e aos beijinhos de boa-noite, cedo me habituei a ouvir:
- Até amanhã, se Deus quiser, querida.
E hoje, mais de vinte anos passados, já sem histórias mas ainda com direito aos beijinhos, ainda continuo a ouvir:
- Até amanhã, se Deus quiser, querida.
Ao que eu respondo diária e quase instintivamente:
- E que Deus queira muito.
- Até amanhã, se Deus quiser, querida.
E hoje, mais de vinte anos passados, já sem histórias mas ainda com direito aos beijinhos, ainda continuo a ouvir:
- Até amanhã, se Deus quiser, querida.
Ao que eu respondo diária e quase instintivamente:
- E que Deus queira muito.
Pois não imagino acordar amanhã, e não te ver…


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